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Civil

 

» Praça dos Imperadores - Manique do Intendente

Apresenta uma beleza imponente e um rigor geométrico sob a forma hexagonal, de onde parte várias ruas com nomes de imperadores romanos, que se intitulavam “Pai da Pátria”, como o Intendente pretendia que o considerassem, tais como: César, Augusto, Justiniano, Sertório, Traiano (gravados em azulejo de boa cerâmica da Real Fábrica do Rato, em Lisboa, com uma cercadura geométrica e vegetalista da época, Séc. XVIII, estilo D. Maria I, e nomes em letras maiúsculas da escrita romana).

 

 

» Casa da Câmara - Manique do Intendente

Edifício dos finais do século XVIII, atribuído ao arquitecto Joaquim Fortunato de Novais. De arquitectura civil, onde as linhas Neoclássicas da fachada se aliam à dimensão e as funções administrativas e atributivas dos Municípios do antigo regime para que foi edificado.

Este grandioso e ambicioso projecto foi mandado edificar pelo Intendente Geral da Policia D. Diogo Inácio de Pina Manique.

 

 

 » Pelourinho - Manique do Intendente

O Pelourinho de Manique do Intendente classificado como Imóvel de Interesse Público (IIP), pelo Decreto n.º23 122, DG 231, de 11-10-1933, enquadra-se na categoria de Arquitectura Civil. Surge como símbolo e primeiro testemunho da recém-adquirida autonomia jurídica e estatuto municipal atribuído a Manique do Intendente.

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 « Pelourinho - Azambuja

Monumento classificado como de Interesse Nacional (Dec-Lei n.º23122 de 11/10/1933), representavam o símbolo das unidades autónomas de administração e circunscrição local, um Poder periférico distinto do poder do centro ou central.

O pelourinho de Azambuja foi concebido decorativamente na linguagem “estilo Manuelino”. Dos princípios do séc. XVI, possivelmente após a confirmação do “foral novo” de 1513, desmantelado em meados do século XIX e reerguido no centro da Praça do Município, na segunda metade do século XX.

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 » Palácio Conselheiro Frederico Arouca - Alcoentre

Residência do Conselheiro Frederico de Gusmão Correia Arouca, figura proeminente de estadista e político, data do séc. XIX. Membro do Partido Regenerador, por ele foi deputado, ministro e embaixador, ligando-se à História de Portugal como figura marcante da «Regeneração» e do «Rotativismo» na Monarquia Constitucional Liberal.

Recuperado pelo Município para fins sociais e culturais, preserva a sua fachada principal e configuração original, destacando-se a dupla escadaria exterior balaustrada e alpendre em varanda.

 

 » Escola Grandella de Tagarro - Alcoentre

Inaugurada a 21 Agosto 1910, pouco antes da implantação da República a 5 Outubro, foi baptizada de Escola Prof. Augusto José da Cunha, um monárquico que aderiu a causa republicana.

Esta é mais histórica e politica das escolas que o comerciante, maçon e republicano Francisco de Almeida Grandella, de Aveiras de Cima, mandou edificar.

Apresenta uma fachada neoclássica decorada com estrela maçónica de 5 pontas, claramente denunciadora dos ideais do filantropo.

 

 » Escola Francisco Maria Almeida Grandella - Aveiras de Cima

Foi em Aveiras de Cima, terra natal de Francisco Almeida Grandella, que em 1906, se ergueu a primeira das várias escolas de Grandella.

Na fachada possui seis colunas e sobre estas uma parede triangular, assemelhando-se um frontão clássico, onde consta a data de fundação em letras romanas e o nome da pessoa a quem o edifício foi dedicado: o seu progenitor. No entanto, distingue-se das outras escolas, pois aqui não existem símbolos da Maçonaria com que o benemérito e empreendedor empresário quis marcar as restantes cinco escolas primárias que ofereceu ao povo. Tal como todas as restantes, tratava-se de uma “Escola Mixta”, de frequência gratuita.

Encontramos na entrada um painel de azulejo, de 1911, com imagem de seu pai Francisco Maria de Almeida Grandella. Foi ainda colocado um busto do próprio Francisco Almeida Grandella, iniciativa da Junta de Freguesia de Aveiras de Cima que promoveu a transferência daquele de Lisboa. Na parede consta um outro painel em bronze, cujo objectivo era relembrar que, em Setembro de 1910, se realizou neste local uma reunião preparatória da Implantação daRepública.

Funcionando desde sempre como escola primária, veio, em 1998, a ser convertida pelo Município em Centro Cultural e Biblioteca de modo a dar continuidade ao objectivo que a viu nascer.

 

 » Marco do Cruzamento da Espinheira - Alcoentre

Património classificado de nacional, o Marco do Cruzamento da E

spinheira, situa-se na designada «Estrada Real» implementada em finais do século XV, que ligava o porto de Vila Nova da Rainha ao hospital termal das Caldas da Rainha.

Era a via dos itinerários régios e da Corte desde D. João II, sendo, também, frequentemente usada por D. João V e D. Carlos. Dela ficaram obras de arte como as «Pontes de S. Bartolomeu» em Vila Nova da Rainha e a «Ponte da Ermida» em Alcoentre.

Os «marcos de cruzamento» estavam, tal como o nome indica, localizados nos cruzamentos de várias vias e indicavam ao viajante o caminho a seguir, cumprindo a sua função informativa.

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» Marco da Légua - Azambuja

Classificado como Monumento de Interesse Nacional (Dec. n.º32973 de 18 Agosto 1943), data do séc. XIX, o Marco da Légua de Azambuja situa-se a poente da sede Concelho (EN3) e indica a oitava légua para quem de Lisboa se dirigia a Santarém por estrada. Foi ali colocado pela Câmara Municipal, em 1884.

Do ponto de vista construtivo e artístico o marco do cruzamento é uma coluna paralelepípedo de sessão quadrangular em pedra, assente numa argamassa de fundação, onde assentavam todos os outros elementos como: a base cúbica, o fuste paralelepípedo, que servia de campo epigráfico a inscrição e o um tronco piramidal onde assentava um remate em esfera, onde ostenta um relógio de sol.

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 » Estalagem das Obras Novas e Vala Real de AzambujaLezíria de Azambuja

Na Foz da Vala Real existem as ruínas de um edifício dos finais do século XVIII, princípio do XIX, designado por Palácio das Obras Novas. Esta designação está provavelmente associada ao facto de se tratar de um conjunto de Obras Novas, nomeadamente uma rede de canais para o enxugo dos campos de Azambuja e Santarém, que integravam um plano de fomento para aproveitar os excelentes recursos existentes e assim dinamizar a economia. Procedeu-se à construção da Vala Nova, hoje Vala Real, de Azambuja por ordem de Marquês de Pombal, iniciadas no reinado de D. José e concluídas no tempo de D. Maria.

A Estalagem dasObras Novas, localmente conhecido como Palácio da Rainha, funcionou como um posto de controlo do tráfego de embarcações, de pessoas e de mercadorias, que transitavam através da Vala Real. Por outro lado, destacou-se ainda na importante tarefa de funcionar como entreposto e estalagem de apoio à antiga carreira de vapores que estabelecia o circuito entre Lisboa e Vila Nova de Constança.

A sua envergadura e o encanto natural da zona envolvente, com destaque para uma extensa alameda ladeada por palmeiras, ajudam a compreender os motivos que levaram várias figuras da nobreza, entres os quais, o Rei D. Carlos e o Príncipe Luís Filipe, a passarem ali alguns períodos de descanso, dedicando-se às actividades cinegéticas que a respectiva zona tinha para oferecer aos seus visitantes.

 

 

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