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Religioso

 

» Palácio/Igreja Pina Manique - Manique do Intendente

O Palácio Pina Manique, datado dos finais do séc. XVIII, de estilo neoclássico, situa-se em pleno coração da Vila de Manique do Intendente.

A linguagem simbólica da monarquia absolutista ditou o conceito do plano arquitectónico, atribuído a Joaquim Fortunato de Novais. Embora inacabado, à excepção da igreja, apresenta-se como exemplo único, em Portugal, de igreja/palácio mandado edificar por particulares.
monumento de arquitectura civil encontra-se classificado como imóvel de interesse público desde 1993 (Dec. n.º45/93, DR 280, de 30-11-1993).

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» Igreja Velha ou Antiga Igreja Matriz - Alcoentre

Com referências documentais dos finais do séc. XIII, quando foi adquirida por D. Dinis para doação ao seu filho natural, D. Afonso Sanches, 1.º Senhor de Alcoentre, acolheu por uma noite os restos mortais de D. João I, quando no século XV foi transladado do Algarve para o Mosteiro da Batalha

Voltada a nascente, apresenta a fachada principal com um portal em pórtico e janelão de iluminação. Remata em frontão triangular estruturalmente realçado e centralmente decorado por elemento circular, ladeada por panos murários com remate recto e torre sineira de secção quadrangular no alçado poente.

Sistematicamente arruinada ou a necessitar de reparaçõescedeu o seu lugar à nova Matrizlocalizada mais no centro da Vila, em 1953.

 

» Igreja Matriz de Alcoentre

Com edificação iniciada no século XVI (1530), pelas clarissas de Vila do Conde e pelo povo que reclamava da localização e ruína da Matriz (igreja velha), foi inaugurada e consagrada a 18 de Outubro de 1953, juntamente com o Cruzeiro de Santiago que se encontra no largo.

De planta longitudinal e capela-mor que a separa do corpo da igreja por arco triunfal de volta perfeita, tem altar-mor com retábulo de mármore róseo e brando. É lavrado e decorado com elementos escultóricos palmiformes, vegetalistas, litúrgicos e arquitectónicos. Nos topos superior e inferior, capelas recolhidas que acolhem altares, sendo a inferior do lado esquerdo a capela baptismal. Tem centrado na lateral esquerda púlpito e coro alto com varandim balaustrado.

Destaque para o nicho central que acolhe escultura marmórea da Virgem, que juntamente com a Imagem do Senhor Jesus dos Aflitos, principal manifestação cultual actual na Freguesia, foram trazidas da Índia por Martim Afonso de Sousa.

 

» Igreja (Matriz) Nossa Senhora da Purificação de Aveiras de Cima

Instituída na Idade Média, possivelmente logo após a Reconquista Cristã da Região do Norte do Tejo durante a segunda metade do século XII.

Descrita, em 1751, como um templo antigo e tosco, apresentou com o passar dos anos um elevado estado de degradação, tornando inviável a sua recuperação. Iniciou-se, a 1953, as obras de construção de uma nova igreja, autoria do arquitecto Vasco Morais de Palmeira, contando para isso com intensa participação do povo.

A actual Igreja Matriz de Nossa Senhora da Purificação de Aveiras de Cima foi solenemente inaugurada a 20 de Dezembro de 1959, pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, D. Manuel Gonçalves Cerejeira.

 

» Igreja da Confraria de Nossa Senhora do Paraíso - Vale do Paraíso

Deve a sua origem ao achamento da pequenina Imagem da invocação “do Paraíso”, cultuada a 18 de Dezembro, dia de Nossa Senhora do Ó, em finais do século XV.

Concluída em 1555 pela Comendadeira do Mosteiro de Santos da Ordem de Santiago da Espada, donatárias da Vila de Aveiras de Cima a que também pertencia Vale do Paraíso.

Para aqui vinham as comendadeiras, motivadas pela agradabilidade do ares e sempre que havia surtos de peste em Lisboa, deixando por isso um enorme legado

Destaca-se a Capela Mor, em particular a abóbada decorada a fresco com temática bíblica do "Paraíso" datada de 1671.

 

 » Convento de Santa Maria das Virtudes - Virtudes_Aveiras de Baixo

Era um dos principais centros de peregrinação Marianos no Portugal quatrocentista. O culto ali prestado teve origem na aparição da imagem de Santa Maria, em 1403, à qual se seguiram diversos “milagres”. O santuário entrou, em processo de degradação no século XVII, estado que muito se agravou a partir da extinção das ordens religiosas, em 1834. A igreja patenteia elementos arquitectónicos góticos, manuelinos e barrocos. O portal principal é gótico primitivo e possui um arco em ogiva com arquivoltas assente em dois pares de colunelos com capitéis decorados com motivos vegetalistas.

Hoje, recuperado acolhe uma exposição permanente.

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» Igreja do Senhor Jesus da Misericórdia - Azambuja

A igreja da irmandade do Senhor Jesus da Misericórdia de Azambuja é um monumento da arquitectura religiosa da vila de Azambuja, classificado como monumento de interesse nacional, de grande valor histórico, patrimonial, cultual e assistencial.

Do ponto de vista histórico, tudo radica na viragem do século XIII para o século XIV quando os confrades do Espírito Santo, imbuídos pelo espírito da rainha Santa Isabel, fundam em Azambuja a confraria e o hospício medieval da invocação do Espírito Santo. Vocacionados para o apoio a peregrinos, viandantes e doentes pobres, os confrades do Espírito Santo são durante os primeiros cem anos da sua existência na Vila, a primeira e única instituição com fins cultuais e assistenciais.

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» Igreja Matriz Santa Maria de Azambuja - Azambuja

Edifício de arquitectura religiosa, a Matriz de Santa Maria de Azambuja foi edificado na primeira metade do séc. XVI, dentro do Maneirismo Português, Estilo Chão e posteriormente enriquecida com talha dourada de estilo Nacional de finais do mesmo século e inicio do seguinte. Especial atenção para a nobreza decorativa do portal sul voltada para a Praça, cuja composição contem todos os elementos essenciais da cultura artística clássica. Na mesma linha, encontra-se a azulejaria parietal de estilo tapete de padronagem a dois tipos diferenciados.

Destacam-se a pintura retabular sobre madeira da “Árvore de Jessé” do altar de Nossa Senhora do Rosário, executado em 1595 por Simão Rodrigues e a pintura a óleo sobre tela do “Calvário” no altar do Senhor Jesus das Chagas com estudo da perspectiva atribuída a André Reinoso ou à sua escola no inicio do séc. XVII

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» Igreja Matriz de Santa Marta - Vila Nova da Rainha

Local de importante acontecimento histórico, por aqui ter sido celebrado o casamento de D.Leonor de Alvim com o Contestável D. Nuno Álvares Pereira em 1376.

Igreja de uma nave com torre sineira, possui um conjunto de painéis de azulejos figurativos, séc. XVII/XIX, apresentando uma cromia de cor azul de fundo branco com cercadura, alusivos à Vida de Santa Marta, padroeira dos que estão ao serviço dos necessitados, ficando conhecida nos Evangelhos como “aquela que se afadigava com o muito serviço que tinha”.

Localizada no topo de uma colina possui perto um miradouro que possui uma vista deslumbrante sobre a Lezíria e o Rio Tejo

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